Será que não dá pra ver
estampado em todas minhas palavras
mostrado em todos os meus gestos
em todos as faces mostradas?
Por muito lutei contra isso
mas não fui forte o sucifiente
sucumbi à tolice e à dor
não sei se estou bem ou doente.
Talvez isso seja recíproco
Eu juro! Eu não queria isso!
Mas eu ainda espero o troco.
Curtas palavras do meu enguiço
angústia, que eu acho pouco
se estivesse aqui, não estaria nisso.
Eis meu blog. Ele vai consistir em desabafos meus, momentos de raiva, tristeza, euforia, então, por favor, não se incomodem com a repetição. Idéias também serão relatadas aqui, momentos de genialidade e bebedeira psicológicas.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Fascinasção
Após alguns momentos de euforia, divertimento, passeios, jogos. Meu tio foi embora da minha casa com todas as suas missões cumpridas. Foi ótima tê-lo por aqui. Ele é como se fosse um irmão mais velho meu. E o tempo sempre passa muito rápido quando ele está por perto.
Mas esse não é o principal assunto que eu quero abordar nesta madrugada de quarta para quinta feira. E sim relatar uma coisa que me enche a alma de esperança, me dá novos horizontes, mas também ajuda a ir cavando uma cova futura pra essa pequena coisa louca que chama amor.
Eu não estou amando, não estou apaixonado, mas estou fascinado por uma pessoa que eu conheci não faz muito tempo e é esse sentimento que eu quero descrever aqui. Eu não sei bem como explicar, é uma mescla de admiração e surpresa por minha parte sobre coisas que relatamos ou discutimos. Parece que eu a conheço a muito tempo! É incrível o quanto de assuntos surgem na minha cabeça para discutir, relatar, entreter, se divertir com essa pessoa em meio às nossas conversas, mas não é só do meu lado que vem esta inspiração, a pessoa dá motivos para isso, abre espaços para conversarmos, para eu saciar minhas etérnas dúvidas sobre esta pessoa. Eu queria agradecer muito a ela, por abrir as portas do seu coração para eu poder entrar e ouvir seus segredos, suas raivas, seus desejos e também deixar os meus guardados em algum canto. Isso é muito importante pra mim pois quanto mais eu ouço esta pessoa falar, mais eu quero saber sobre ela.
Eu confesso que pra mim isso é um grande passo! Pra quem não conseguia sequer construir uma amizade com consideração o bastante por alguém (coisa que não fiz em 2009, durante o ano todo), esse meu fascínio me mostra que esse pedaço de pedra dentro do meu peito ainda tem alguns resquícios de vida. Eu posso, rapidamente criar laços de ternura, admiração e quiçá amor por alguém, sendo novo conhecido ou um conhecido de longa data.
Mas é algo tão difícil de ser 100% bom! Eu penso assim: se eu continuar apenas neste estágio de admiração por esta pessoa, está ótimo. Meu medo é começar a últrapassar esta barreira e chegar a algo que eu não possa controlar, e eu sei que se isso acontecer, vou me machucar e jogar mais algumas moléculas de calcário neste pedregulho que tenho no peito que algumas pessoas ainda chamam de coração.
Mas esse não é o principal assunto que eu quero abordar nesta madrugada de quarta para quinta feira. E sim relatar uma coisa que me enche a alma de esperança, me dá novos horizontes, mas também ajuda a ir cavando uma cova futura pra essa pequena coisa louca que chama amor.
Eu não estou amando, não estou apaixonado, mas estou fascinado por uma pessoa que eu conheci não faz muito tempo e é esse sentimento que eu quero descrever aqui. Eu não sei bem como explicar, é uma mescla de admiração e surpresa por minha parte sobre coisas que relatamos ou discutimos. Parece que eu a conheço a muito tempo! É incrível o quanto de assuntos surgem na minha cabeça para discutir, relatar, entreter, se divertir com essa pessoa em meio às nossas conversas, mas não é só do meu lado que vem esta inspiração, a pessoa dá motivos para isso, abre espaços para conversarmos, para eu saciar minhas etérnas dúvidas sobre esta pessoa. Eu queria agradecer muito a ela, por abrir as portas do seu coração para eu poder entrar e ouvir seus segredos, suas raivas, seus desejos e também deixar os meus guardados em algum canto. Isso é muito importante pra mim pois quanto mais eu ouço esta pessoa falar, mais eu quero saber sobre ela.
Eu confesso que pra mim isso é um grande passo! Pra quem não conseguia sequer construir uma amizade com consideração o bastante por alguém (coisa que não fiz em 2009, durante o ano todo), esse meu fascínio me mostra que esse pedaço de pedra dentro do meu peito ainda tem alguns resquícios de vida. Eu posso, rapidamente criar laços de ternura, admiração e quiçá amor por alguém, sendo novo conhecido ou um conhecido de longa data.
Mas é algo tão difícil de ser 100% bom! Eu penso assim: se eu continuar apenas neste estágio de admiração por esta pessoa, está ótimo. Meu medo é começar a últrapassar esta barreira e chegar a algo que eu não possa controlar, e eu sei que se isso acontecer, vou me machucar e jogar mais algumas moléculas de calcário neste pedregulho que tenho no peito que algumas pessoas ainda chamam de coração.
sábado, 2 de janeiro de 2010
Pesquisa de Satisfação
Esse post é um pouco diferente do que eu pensei pro blog. É uma pesquisa de satisfação pra mim. Só eu preciso votar.
Eu acho que encontrei uma forma fantástica de extravasar meus sentimentos, de esvaziar o peito e mudar o rumo do dia. Trocar o aperto no coração por um sorriso de satisfação, é muito bom escrever aqui, passar tudo o que penso, sem sensuras por aqui. Me deixa 400 quilos mais leve.
Quero agradecer a todos que leem aqui e só quero que saibam que a qualidade vem sempre antes da quantidade. E que os desabafos que aqui estão são desabafos mesmo, eu me senti muito melhot depois que escrevi aqui. Muito obrigado.
Hoje antes, eu não tinha coração, agora eu me sinto quente e com um sorriso nos dentes. Escrever realmente é uma terapia.
Eu acho que encontrei uma forma fantástica de extravasar meus sentimentos, de esvaziar o peito e mudar o rumo do dia. Trocar o aperto no coração por um sorriso de satisfação, é muito bom escrever aqui, passar tudo o que penso, sem sensuras por aqui. Me deixa 400 quilos mais leve.
Quero agradecer a todos que leem aqui e só quero que saibam que a qualidade vem sempre antes da quantidade. E que os desabafos que aqui estão são desabafos mesmo, eu me senti muito melhot depois que escrevi aqui. Muito obrigado.
Hoje antes, eu não tinha coração, agora eu me sinto quente e com um sorriso nos dentes. Escrever realmente é uma terapia.
Desabafo inicial.
Em meio a viagens dos conhecidos em geral, o ano novo inspira muito mais do que vontade de mudar, não sei se só o sentimento de solidão é aquilo que vivo no momento. O clima do começo de ano é muito diferente de todo o resto, eu sei que a vontade de mudar o que é hoje e a solidão sentida é o que dá esse clima tão pesado.
É difícil passar esse momento acordado, minha vontade é de esquecer tudo, ir dormir, pensar em outras coisas, me concentrar na minha última prova dos vestibulares que devia ser meu principal objetivo. Mas sinto um vazio no peito e não tem nada a ver com deus (sim, com letra minúscula), ou o seu filho, pois quando frequentava o templo dele eu ainda sentia esse vazio, não sei se pior ou melhor.
Parece final de festa, vou me sentir assim até eu voltar a ter mais contato com a humanidade, conhecer pessoas novas, conversar com as pessoas, quem sabe achar aquilo que eu tanto almejo? Uma pessoa que eu não precise me preocupar em falar o que eu penso, em poder fazer carinho, dizer um "eu te amo" e não estar mentindo. SERÁ QUE É TÃO DIFÍCIL!?
Pode estar pensando: "é só isso que ele quer?". Não! Eu sou um completo insatisfeito. Eu não amo o que eu tenho, eu só amo aquilo que eu almejo. É difícil viver assim, quando tenho aquilo próximo, mas não comigo, é aquilo que eu mais amo, aquilo que eu mais quero, mas quando eu consigo isso, já não é mais o que eu mais amo.
Tomara que quando essa pessoa especial chegar eu consiga amá-la do mesmo jeito que eu amaria se ela não fosse já parte de minha vida, da minha rotina, do meu coração. Eu quero estar satisfeito com ela, me sentir completo.
Esse sentimento de fim de ano é um pé no saco. Não é o consumismo exarcebado que possui meu coração, mas sim a necessidade de me relacionar com as pessoas.
É difícil passar esse momento acordado, minha vontade é de esquecer tudo, ir dormir, pensar em outras coisas, me concentrar na minha última prova dos vestibulares que devia ser meu principal objetivo. Mas sinto um vazio no peito e não tem nada a ver com deus (sim, com letra minúscula), ou o seu filho, pois quando frequentava o templo dele eu ainda sentia esse vazio, não sei se pior ou melhor.
Parece final de festa, vou me sentir assim até eu voltar a ter mais contato com a humanidade, conhecer pessoas novas, conversar com as pessoas, quem sabe achar aquilo que eu tanto almejo? Uma pessoa que eu não precise me preocupar em falar o que eu penso, em poder fazer carinho, dizer um "eu te amo" e não estar mentindo. SERÁ QUE É TÃO DIFÍCIL!?
Pode estar pensando: "é só isso que ele quer?". Não! Eu sou um completo insatisfeito. Eu não amo o que eu tenho, eu só amo aquilo que eu almejo. É difícil viver assim, quando tenho aquilo próximo, mas não comigo, é aquilo que eu mais amo, aquilo que eu mais quero, mas quando eu consigo isso, já não é mais o que eu mais amo.
Tomara que quando essa pessoa especial chegar eu consiga amá-la do mesmo jeito que eu amaria se ela não fosse já parte de minha vida, da minha rotina, do meu coração. Eu quero estar satisfeito com ela, me sentir completo.
Esse sentimento de fim de ano é um pé no saco. Não é o consumismo exarcebado que possui meu coração, mas sim a necessidade de me relacionar com as pessoas.
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