segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Soneto da Distância II - Desilusões.

O mundo me rodeia, desentendimento
seus cabelos me faltam o cheiro,
o toque macio das mãos em meu rosto
maldito sentimento que sou prisioneiro!

Não há respostas para minhas perguntas
tudo que eu tenho são hipóteses, futilidades.
Não posso pensar em nada mais
além das distância separa nossas cidades.

Puro, grotesco, desenfreado!
Bastardo, de nada nasceu!
Para o inferno, amaldiçoado!

Quem sofre, apenas eu.
Pobre jovem, alucinado.
E a cada batida do coração, doeu.

4 comentários:

  1. Fato. Tu sabes se expressar por poesias. Eu já não presto pra nada. :)
    Gosto bastante de ler seus textos.

    ResponderExcluir
  2. Foda '-'
    ''seus cabelos me faltam o cheiro'' meio como você está aqui mais não está .-. Tipo, posso falar com você, posso te ouvir, mais falta o tocar, sentir e ver

    ResponderExcluir
  3. vivo isso pq paixao mim encontraste?pra mim faser sofre?

    ResponderExcluir