terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Soneto da Distância III - O fim da Magia.

Como uma criança que observa o circo
eu estava observando teus passos
meus olhos fecharam e depois abriram
e tudo desapareceu, ouvia apenas os passaros.

Que anunciavam o fim do verão
e a chegada do outono, o secar das folhas
e o cair das mesmas, que outrora eram verdes
como o manto sagrado do meu Palmeiras.

Hoje, vivo pensando em mais do que em ti
Não me passa pela cabeça momentos nossos
e nem problema de você não estar aqui

E a chuva lava minhas mágoas, enche os poços
do granito que batia em frenesi
que hoje é coração e não mais destroços.

5 comentários:

  1. LLLLLLLegaaall tirando a parte do Palmeiras ficou bem limpido

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  2. Fascinante a maneira como se expressa. É fascinante. Pára de me viciar nos seus poemas, velho! Muito, muito bom!

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  3. E um cara desse vai fazer Fisica..... em qual momento o talento se perde?

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