segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Soneto da Distância V - Delírios

Longe do fim, caminho na direção contrária
aos que meus sentidos dizem o certo
o contato está mais que desgastado
Queria que ficasse aqui, por perto.

Mas a distância é implacável
Não há remédios, as chagas estão abertas
Não vejo fim para meu sofrimento
E para meus problemas faltam soluções concretas.

A noite, sonho com o teu toque
Carícias entre carinhos
Ao acordar, entro em choque

A pele macia não esta em meus caminhos
Os beijos ardentes quero que convoque
para saciar meus desejos em meio a espinhos.

Um comentário:

  1. o poeta esta vivo com seus moinhos de vento a impulcionar a grande roda da historia!!!
    parabeens camarada vc esta no caminho da arte!!!

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